Dra. Patrícia Varella | Ginecologista e Obstetra Especialista em Reprodução Humana.
(CRM-SP 93928/ RQE 44171)

Reprodução Humana Assistida em São Paulo. Vamos concretizar seu sonho de ter um filho?

Dra. Patrícia Varella | Ginecologista e Obstetra | Especialista em Reprodução Humana.
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Por que eu devo me consultar com a Dra. Patrícia Varella?

Expertise em Reprodução Assistida:

Dra. Patrícia Varella, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana pela Febrasgo, traz consigo uma especialização sólida em técnicas avançadas de reprodução assistida, oferecendo não apenas tratamentos, mas também orientações personalizadas para casais que enfrentam desafios na concepção.

Diagnóstico Avançado de Fertilidade:

Com uma abordagem individualizada, Dra. Patrícia Varella é capacitada para diagnosticar e tratar uma variedade de condições que impactam a fertilidade, como endometriose e síndrome dos ovários policísticos, fornecendo opções de tratamento alinhadas com as necessidades específicas de cada paciente.

Acompanhamento Ginecológico Integral:

Em todas as etapas da vida da mulher desde adolescência, planejamento familiar, doenças ginecológicas inúmeras com ênfase em síndrome de ovários policísticos, miomas, vulvovaginite, endometriose, prevenção e tratamento de HPV e outras ISTs, menopausa e climatério, 3a idade. Foco em adequações de estilo de vida e tratamento farmacológico e comportamental de sobrepeso e obesidade feminina.

Acompanhamento Pré-natal Cuidadoso:

Além de sua especialização em reprodução assistida, Dra. Patrícia Varella oferece um acompanhamento pré-natal especializado, garantindo cuidados dedicados para gestações de baixo e de alto risco, e para aquelas concebidas por meio de técnicas assistidas, com monitoramento regular da saúde materna e fetal.

Suporte Emocional e Psicológico Personalizado:

Reconhecendo a complexidade emocional envolvida na jornada da fertilidade, Dra. Patrícia Varella oferece um suporte compassivo e individualizado, fornecendo não apenas cuidados médicos, mas também apoio emocional durante todo o processo, ajudando os pacientes a lidar com o estresse e as emoções relacionadas à infertilidade.

Conheça a Dra. Patrícia Varella

Para quem ainda não a conhece, desde os tempos de residência já demonstrava sua vocação pela saúde global da mulher e pelo desafio da Infertilidade Conjugal e auxílio à Reprodução Humana.

Médica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, USP, um dos maiores centros de excelência em Medicina do Brasil, também fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia na mesma instituição. É registrada no CRM-SP com o nº 93928 e RQE 44171.

Durante esses 25 anos de trabalho e especialização, manteve contato direto com o melhor embasamento teórico e prático, incluindo-se os 3 anos de residência médica no Hospital das Clínicas, onde percorreu ambulatórios de toda as áreas da ginecologia junto aos mais renomados especialistas, atuando em enfermarias especializadas, centro cirúrgico e na clínica obstétrica acompanhando gestações de alto risco e milhares de partos. Após a residência médica, realizou estágio de um ano em Reprodução Humana Assistida pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

 

 

Em 2002 adquiriu o Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) e, em 2005, realizou sua pós graduação em Reprodução Assistida pelo Instituto Sapientiae. Atualmente possui Título de Especialista em Reprodução Humana pela Febrasgo.

Foi então em 2004 que ela começou a atuar em seu próprio consultório, com uma relação próxima de suas pacientes, que já se tornaram queridas, confidentes, foram acolhidas em suas necessidades globais, desenvolveram uma confiança inestimável, indicando outras amigas e parentes.

Além disso, a Dra. Patrícia Varella adquiriu conhecimento em ultrassonografia ginecológica e obstétrica, realizando atualmente os ultrassons em seu próprio consultório, onde é possível esclarecer e mostrar a paciente como está seu status uterino e ovariano. Nos casos das gestantes, através do ultrassom é possível certificar-se do crescimento, do bem estar (a vitalidade fetal) e curtir o bebê intraútero.

O objetivo, após cada consulta, é que a mulher tenha a tranquilidade, sinta-se cuidada em sua saúde ginecológica, obstétrica e reprodutiva, tendo uma aliada nas constantes melhorias.

Atualmente dedica-se exclusivamente ao seu próprio consultório, nos bons hospitais de São Paulo e é membro da equipe clínica do Fertility Medical Group.

A Dra Patrícia Varella é uma médica que considera seu trabalho muito gratificante. A cada parto e a cada tratamento de reprodução assistida, ela afirma que a medicina tem o poder de retribuir o esforço do profissional de forma muito generosa. Muito dedicada aos pacientes, está sempre atenta, fornecendo apoio e suporte de forma humanizada e cuidadosa.

Conheça a Dra. Patrícia Varella

Para quem ainda não a conhece, desde os tempos de residência já demonstrava sua vocação pela saúde global da mulher e pelo desafio da Infertilidade Conjugal e auxílio à Reprodução Humana.

Médica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, USP, um dos maiores centros de excelência em Medicina do Brasil, também fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia na mesma instituição. É registrada no CRM-SP com o nº 93928 e RQE 44171..

Durante esses 25 anos de trabalho e especialização, manteve contato direto com o melhor embasamento teórico e prático, incluindo-se os 3 anos de residência médica no Hospital das Clínicas, onde percorreu ambulatórios de toda as áreas da ginecologia junto aos mais renomados especialistas, atuando em enfermarias especializadas, centro cirúrgico e na clínica obstétrica acompanhando gestações de alto risco e milhares de partos. Após a residência médica, realizou estágio de um ano em Reprodução Humana Assistida pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

 

Em 2002 adquiriu o Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) e, em 2005, realizou sua pós graduação em Reprodução Assistida pelo Instituto Sapientiae. Atualmente possui Título de Especialista em Reprodução Humana pela Febrasgo.

Foi então em 2004 que ela começou a atuar em seu próprio consultório, com uma relação próxima de suas pacientes, que já se tornaram queridas, confidentes, foram acolhidas em suas necessidades globais, desenvolveram uma confiança inestimável, indicando outras amigas e parentes.

Além disso, a Dra. Patrícia Varella adquiriu conhecimento em ultrassonografia ginecológica e obstétrica, realizando atualmente os ultrassons em seu próprio consultório, onde é possível esclarecer e mostrar a paciente como está seu status uterino e ovariano. Nos casos das gestantes, através do ultrassom é possível certificar-se do crescimento, do bem estar (a vitalidade fetal) e curtir o bebê intraútero.

O objetivo, após cada consulta, é que a mulher tenha a tranquilidade, sinta-se cuidada em sua saúde ginecológica, obstétrica e reprodutiva, tendo uma aliada nas constantes melhorias.

Atualmente dedica-se exclusivamente ao seu próprio consultório, nos bons hospitais de São Paulo e é membro da equipe clínica do Fertility Medical Group.

A Dra Patrícia Varella é uma médica que considera seu trabalho muito gratificante. A cada parto e a cada tratamento de reprodução assistida, ela afirma que a medicina tem o poder de retribuir o esforço do profissional de forma muito generosa. Muito dedicada aos pacientes, está sempre atenta, fornecendo apoio e suporte de forma humanizada e cuidadosa.

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Reprodução Humana Assistida

O desejo de gerar uma criança é um dos mais legítimos e naturais. A maioria das pessoas planeja ter um filho em algum momento da vida. Embora conceber uma criança possa parecer o acontecimento mais simples e fácil do mundo, realmente não é o que acontece para muitos casais.

Um casal sem nenhum fator limitante para engravidar, tendo relações sexuais regulares (aproximadamente 3 vezes por semana) tem cerca de 25% de chance de conceber a cada mês. Após o período de 1 ano, 85% dos casais conseguem obter uma gestação. Entretanto, muitos casais não conseguem alcançar uma gestação e este número tem aumentado nos últimos anos

A infertilidade é definida como a inabilidade de engravidar após pelo menos 1 ano de vida sexual ativa sem qualquer uso de métodos anticoncepcionais.

A escolha do melhor tratamento dependerá da causa e da duração da infertilidade, bem como da idade da mulher. Mas, o que a maioria das técnicas de tratamento têm em comum é o objetivo de dar uma ajuda à natureza, para que o casal tenha uma maior chance de fertilizar, formar um embrião e uma gestação saudável.

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Fertilização In Vitro

A Fertilização in Vitro (FIV) é uma das técnicas mais utilizadas para ajudar os casais que querem ter filhos, mas não conseguem naturalmente. Apesar de já existir no Brasil há muitos anos e ter sido muito aprimorada ao longo do tempo, muitas pessoas ainda têm várias dúvidas sobre a preparação para esse tratamento.

O tratamento para FIV começa com a realização de exames para o diagnóstico de infertilidade. Uma vez que o profissional avaliar o resultado e considerar todas as hipóteses de tratamento, ele então sugere essa técnica ao paciente.

Após definido que será realizada a FIV, a paciente começa a tomar uma medicação para estimular a ovulação, diariamente, através de injeções subcutâneas. Normalmente, são dez dias de medicação e, paralelamente, de forma seriada, são realizadas ultrassonografias para medir o número e tamanho dos folículos.

Quando os folículos atingem 18 a 20 milímetros, eles já estão maduros e é chegada a hora de fazer a retirada dos óvulos. Quando chega esse momento é prescrita na uma medicação que completa a maturação do óvulo. A coleta do óvulo é feita em média 36 horas após a aplicação do medicamento.

A retirada dos óvulos é feita por meio de uma punção guiada por ultra-som e sob sedação da paciente. A seguir os óvulos são levados para a fertilização em laboratório.

Também é necessário fazer a coleta de espermatozóides. Após a avaliação laboratorial, são selecionados os melhores espermatozóides para dar sequência ao tratamento. 

Quando a FIV é feita por injeção introplasmática de espermatozóide (ICSI), o espermatozóide é introduzido diretamente dentro do óvulo. Com o passar das horas é observada a fecundação e diariamente a evolução dos embriões.

Congelamento de Óvulos

O congelamento de óvulos não é uma novidade para os especialistas em reprodução assistida e tampouco para as mulheres que desejam engravidar após os 35 anos. Este procedimento tem sido cada vez mais procurado nos últimos anos.

Hoje em dia, com a busca do sucesso profissional, as mulheres deixam para engravidar um pouco mais tarde. E, apesar de estarem com a saúde em perfeito estado, a idade superior a 35 anos é considerada acima do ideal do ponto de vista biológico.

Estima-se que, ao nascer, a mulher tenha por volta de 7 milhões de óvulos, valor que reduz-se aos 500 mil quando ocorre a primeira menstruação, e que chega a menos de 25 mil aos 42 anos. Além do número de óvulos, com o envelhecimento acontece também a perda da sua qualidade, já que os óvulos podem acumular efeitos do ambiente, como poluição, radiação, medicações e outros.

Outro ponto que deve ser levado em conta é que os riscos de abortos e malformações sobem consideravelmente com a idade da mulher. O risco para a Síndrome de Down, por exemplo, é de 1 a cada 1.250 mulheres aos 25 anos, 1 para cada 952 aos 30 anos, 1 para cada 400 aos 35 anos e 1 em cada 100 mulheres aos 40 anos.

Por tudo isso, o congelamento de óvulos tem se tornado uma grande opção de preservação da fertilidade para mulheres. A melhor técnica é a vitrificação com taxas de sobrevivência ao descongelamento de 95%. Contudo, é importante enfatizar que o fato de congelar óvulos não garante uma futura gestação.

As chances de uma mulher engravidar são em torno de 60% por tentativa e o ideal é que o congelamento seja feito antes dos 35 anos, quando as taxas de gravidez são melhores. Isso porque, caso ela venha a descongelar seus óvulos e engravidar aos 40 anos por exemplo, a chance de gravidez permanece a mesma que a de uma mulher com menos de 35 anos.

O tratamento para congelamento de óvulos é relativamente simples. A partir do 3º dia da menstruação, a paciente começa a tomar medicações à base de hormônios, para induzir a ovulação, por cerca de 10 dias, que otimizarão a resposta dos ovários, auxiliando no crescimento dos folículos que já estavam disponíveis naquele determinado mês em que ocorrer a estimulação.

A coleta de óvulos é feita por volta do 14o dia do ciclo através de um procedimento em que a paciente recebe anestesia tipo geral inalatória + sedação . Os óvulos são coletados dos ovários com a ajuda de uma agulha acoplada a um transdutor transvaginal de ultrassom através da aspiração do líquido dos folículos ovarianos. Feito isso, os óvulos são conduzidos ao laboratório e são armazenados na incubadora para finalizar a maturação por cerca de 2 horas. Após este período, é feita uma seleção dos óvulos maduros que são os adequados para a futura fertilização, e que posteriormente são congelados em nitrogênio líquido a -196ºC.

Uma vez que a mulher decide engravidar, os óvulos são descongelados, fertilizados em laboratório e os embriões formados transferidos para o útero.


INFORMAÇÕES DO AUTOR:
Dra. Patrícia Varella
Especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Reprodução Humana Assistida
Médica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), também fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia na mesma instituição.
CRM-SP nº 93928

 

Infertilidade

A infertilidade é a dificuldade de se reproduzir, de engravidar. Geralmente, o diagnóstico é feito quando um casal não obtém gravidez após um ano com frequência de 3-4 intercursos sexuais por semana, sem nenhum método contraceptivo. 

A chance aproximada de um casal fértil engravidar é de 15 a 25% por mês e, após um ano de tentativas, essa taxa cumulativa será de aproximadamente 80%. Por isso, é necessário esse tempo de espera para iniciar uma investigação sobre infertilidade em mulheres com menos de 35 anos e quando não se tem sabidamente nenhum diagnóstico que dificulte a gravidez. 

Existem dois tipos de infertilidade: primária, quando não há gestação anterior; e secundária, se já houve alguma gravidez, ainda que tenha tido um abortamento. O fato de a mulher ter sido mãe antes não garante a fertilidade para uma futura gravidez. 

As causas da infertilidade, que atinge aproximadamente 15% dos casais, são diversas e incluem:

Decisão por engravidar mais tarde: com o passar dos anos, os gametas masculinos e femininos apresentam maior probabilidade de serem incapazes de gerar uma gravidez.

Doenças sexualmente transmissíveis: prevenir e tratar rapidamente;

Peso: evitar baixo peso ou obesidade, pois ambos os extremos podem desequilibrar a produção dos hormônios femininos e masculinos.

Tabagismo: parar de fumar, pois o cigarro reduz a fertilidade.

Fatores cotidianos: estresse e outros indicadores de uma saúde comprometida.

Para detectar quais as possíveis causas para a dificuldade em ter um bebê, o casal deverá realizar exames que avaliarão sua capacidade reprodutora. Para o homem será indicado o espermograma. Já as mulheres podem fazer o exame clínico para examinar o colo do útero e, em alguns casos, flutuações hormonais do ciclo menstrual.

Também existem diversos tipos de tratamentos para infertilidade, entre os principais podemos destacar: 

Fertilização In Vitro com ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozóide): É inserido apenas um espermatozóide em cada óvulo disponível. a fecundação do óvulo pelo espermatozoide é feita fora do corpo da mulher. Os óvulos são removidos por aspiração e injetados com espermatozoides de melhor morfologia e motilidade. Em seguida, um ou mais óvulos fertilizados (embriões) são transferidos dentro do útero. 

Inseminação intrauterina: técnica pouco invasiva que consiste na inserção de espermatozóides dentro do útero, no pico de uma ovulação induzida. O embrião se desenvolve integralmente dentro da mulher.

Indução da ovulação: com o objetivo é estimular a produção de óvulos durante o período fértil da mulher, quando o casal é orientado a ter relações sexuais. Procura-se aumentar a quantidade de FSH (hormônio folículo-estimulante), que incita o crescimento e maturação dos óvulos.

Azoospermia

A Azoospermia é uma doença que afeta a presença de espermatozoides no sêmen. Apesar de manifestar diversos sinais na vida sexual do homem, muitas vezes só é descoberta quando há várias tentativas de gravidez com resultados negativos, que motivam um checkup aprofundado. Saiba mais sobre o quadro acompanhando o conteúdo a seguir!

O que é Azoospermia?
Azoospermia é o quadro em que o sêmen não apresenta espermatozoides. Entre os principais sintomas da doença, podemos citar dor, inchaço ou nódulo nos testículos, redução da libido, secreções penianas, anomalias na ejaculação (como dificuldade para ejacular e volumes muito reduzidos de sêmen) e disfunção erétil. Os pêlos faciais e corporais também podem ser reduzidos.

Quais são as causas da Azoospermia?
Diversos quadros podem provocar a ausência de espermatozoides no sêmen. A elevação da temperatura dos testículos com doenças como testículos retidos e varizes, por exemplo, aumenta o número de gametas masculinos anômalos, além de afetar o número de espermatozoides e o vigor com que eles se movem. Patologias genéticas ou hormonais também podem prejudicar a forma, a produção, a quantidade e a mobilidade dos espermatozoides.

Destacamos, em relação aos agentes externos, que o uso de anabolizantes reduz a produção das células reprodutivas masculinas, porque diminui a produção hormonal da hipófise, além de minimizar o tamanho dos testículos. A exposição a radiações, certas medicações e toxinas ambientais e industriais também podem gerar danos.

Doenças graves nos testículos, bloqueio nos canais deferentes, bloqueio dos ductos ejaculatórios e ausência das vesículas seminais são outros motivos para a AZOOSPERMIA. Ejaculação retrógrada, ou seja, quando o sêmen se move para a bexiga, não a uretra, também é uma causa comum do quadro.

Como a Azoospermia é diagnosticada?
Para o diagnóstico de azoospermia, o médico começa, inicialmente, com uma avaliação clínica e exame físico. Pode ser utilizado um exame de sangue para avaliar as concentrações de hormônios sexuais

Pode ser realizada a análise de sêmen, que inclui a coleta de material biológico e avaliação das propriedades das amostras. São avaliadas questões como coloração, composição química, volume, cor, consistência e a contagem de gametas masculinos. Pode ser necessário também um exame de urina, para averiguar a presença de ejaculação retrógrada. Biópsia e exames hormonais e genéticos podem ser solicitados em alguns casos.

Como é o tratamento da Azoospermia?
O tratamento da azoospermia depende da causa da patologia. Na azoospermia obstrutiva, ou seja, o bloqueio impede o aporte dos gametas masculinos para as localidades corretas para o funcionamento do o sistema reprodutor, pode ser necessário cirurgia. Na azoospermia secretória, o que significa problemas adjacentes que afetam a produção de espermatozóides, é preciso tratar a raiz da questão.
É possível tratar a Azoospermia e restaurar a fertilidade masculina em muitos casos. Além disso, há as tecnologias de reprodução humana assistida que podem ajudar nesse processo. A Dra. Patrícia Varella trabalha com ginecologia, obstetrícia e reprodução assistida, em uma abordagem cuidadosa, acolhedora e empenhada em ajudar seus pacientes. Com alto senso de ética e atenção ao seu bem-estar, a especialista pode te ajudar

Ovodoação

Ovodoação é um processo que contribui para a realização do sonho de inúmeras mulheres de se tornarem mães, trazendo uma solução para os problemas de fertilidade. Para realizar esse procedimento, porém, é importante se atentar à legislação e aos cuidados envolvidos nessa caminhada.

Para saber quem pode efetuar a doação de óvulos, quem pode receber esses gametas e todos os detalhes sobre o procedimento, continue a sua leitura e confira as informações abaixo. Vamos lá? 

O que é ovodoação?

A ovodoação consiste na doação de óvulos para serem utilizados na FIV — Fertilização In Vitro. Os gametas são coletados por um ginecologista e são tratados em laboratório, sendo congelados até o momento da utilização, ou fecundados porespermatozoides, quando já se tem uma receptora. Entenda a regulamentação dessa prática! 

O que diz a legislação sobre a ovodoação?

A ovodoação é regulamentada por uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina), que foi atualizada em Setembro de 2022. A legislação reconhece que a infertilidade é um problema de saúde, trazendo implicações médicas e psicológicas para as pacientes.

A partir dessa percepção — e do reconhecimento dos avanços científicos na área da Reprodução Assistida —, a doação de óvulos é reconhecida como uma prática válida e positiva para as mulheres, desde que sejam respeitadas as seguintes implicações:

  • a doação é voluntária e vista como um ato altruísta, não sendo permitida a sua remuneração;
  • é permitida a doação por familiares com até 4° de parentesco, desde que não haja consanguinidade;
  • a doação deve ser anônima, havendo excessão apenas quando feita por parentes;
  • a doação pode ser compartilhada, de modo que duas mulheres dividem os custos da FIV — sendo que uma delas utilizará seus óvulos para a fertilização de ambas. 

Quem pode se beneficiar da ovodoação?

A doação de óvulos contribui para a realização de sonhos em diferentes situações, sendo aproveitada por mulheres com problemas de fertilidade (que não podem utilizar os próprios gametas), casais homoafetivos que contam com uma barriga de aluguel ou mesmo homens que desejam ser pais solo. Saiba quais são os requisitos envolvidos no processo! 

Quem pode fazer a doação de óvulos?

Ainda considerando a resolução do CFM, podem ser doadoras de óvulos as mulheres que:

  • tenham entre 18 e 37 anos de idade;
  • não sejam a cedente do útero (barriga de aluguel);
  • estejam em boas condições de saúde, realizando uma série de exames para sua aprovação.

O limite de idade pode ser excedido quando se doa para parentes, mas estes devem estar cientes dos riscos que os gametas podem desenvolver. 

Quem pode receber a doação de óvulos?

As receptoras, por sua vez, devem ser mulheres de, no máximo, 50 anos de idade — sendo que as pacientes de até 37 anos podem receber até 2 embriões, enquanto as mais velhas podem receber até 3. Podem ser abertas exceções para quem tem mais de 50 anos, mas é preciso que o seu médico apresente critérios que comprovem a ausência de comorbidades não ligadas à fertilidade.

Como é feita a ovodoação?

A ovodoação segue um processo semelhante ao da Fertilização In Vitro, sendo composta por três etapas principais. Confira! 

Estimulação ovariana

Para estimular a produção de folículos e garantir uma quantidade maior de óvulos para doar, a paciente inicia o processo utilizando medicações hormonais, que devem ser ingeridas (ou injetadas) por cerca de 10 dias. Ao longo dessa etapa, ela fará acompanhamento com o ginecologista para verificar o crescimento dos folículos, recebendo no final o hormônio hcg para ajudar na maturação dos gametas.

Punção

Cerca de 35 horas depois de receber o hcg, os óvulos serão aspirados dos ovários da doadora. O médico realiza esse procedimento a partir de uma punção: o uso de uma pequena agulha, que recolhe os gametas de maneira indolor.

Congelamento ou fertilização

Com os óvulos já coletados, é feita uma seleção dos que se apresentam em melhores condições — que serão utilizados para o processo de fertilização. Se já houver uma receptora aguardando esses gametas, eles serão fecundados em laboratório por espermatozóides, sendo então direcionados para a mulher. Se não houver uma receptora, porém, eles devem ser congelados e armazenados no banco de óvulos. 

Qual a taxa de sucesso da ovodoação?

A taxa de sucesso da ovodoação — ou seja, de os óvulos doados terem sucesso na gestação — pode variar de 5% a mais de 60%, dependendo de uma série de circunstâncias. A idade da doadora pode influenciar na qualidade dos gametas, assim como as particularidades da receptora também são grandes diferenciais.

Pode ser necessária mais de uma tentativa para a fertilização, sendo importante conversar sobre as possibilidades com o seu profissional. Contar com um bom ginecologista, que seja especialista na área e se mostre acolhedor, faz toda a diferença para o seu bem-estar e as suas chances nesse processo. 

Quais são os cuidados necessários para o tratamento?

Para otimizar as chances de sucesso da FIV, tanto a receptora dos óvulos quanto a doadora devem tomar alguns cuidados:

  • é preciso manter uma boa alimentação, de preferência que seja anti-inflamatória e antioxidante. Evite alimentos industrializados, gordura e açúcar em excesso;
  • o álcool e o tabagismo devem ser eliminados, pois atrapalham as medicações necessárias (para a doadora) e prejudicam a saúde da receptora;
  • as atividades físicas devem ser cuidadosas, sem atividades de grande impacto e sem práticas exageradas. Siga as orientações de profissionais para evitar qualquer equívoco.

A ovodoação é um gesto bonito e admirável, que contribui para a felicidade de muitas pessoas. Precisamos levar essas informações a cada vez mais mulheres, para que mais doadoras sejam encontradas!

Se você tem interesse em realizar a ovodoação, agende uma consulta e venha conversar! Será um prazer te receber.

Oncoinfertilidade

O diagnóstico de câncer é um momento bastante sofrido na vida de um indivíduo. Dessa forma, torna-se difícil pensar no futuro, nos próximos desafios a enfrentar. Contudo, você sabia que é possível ter filhos após a recuperação de um câncer?

Sim! Isto é feito, graças à oncofertilidade.

Atualmente, com o aumento do diagnóstico precoce da doença, estima-se que cada vez mais pacientes se recuperam dos tratamentos do câncer.

Mas afinal, você sabe o que é a oncofertilidade? O que ela significa para pacientes com câncer?

Oncofertilidade: definição
Além da cura, profissionais da saúde também estão preocupados sempre em trazer qualidade de vida aos pacientes oncológicos. Os tratamentos mais utilizados, como a quimioterapia e a radioterapia, podem, muitas vezes, levar à infertilidade.

Dessa forma, a oncofertilidade é a área da medicina preocupada na preservação da fertilidade em pacientes com câncer, que desejam ter filhos após o tratamento da doença. Em outras palavras, é uma área médica que une uma equipe multidisciplinar, com especialidades de oncologia e reprodução humana, com o propósito de maximizar o potencial reprodutivo futuro de pacientes que vão se tratar ou que já se trataram do câncer.

Assim, para que haja sucesso na preservação, o primeiro passo é o congelamento de espermatozoides, óvulos, embriões ou tecido testicular e ovariano, antes de começar qualquer tratamento da doença. Além disso, dentro do processo, deve-se escolher o método mais adequado, sem prejudicar a saúde do paciente.

Métodos de preservação da fertilidade
Dessa forma, a oncofertilidade utiliza alguns métodos para tornar possível que esse paciente consiga ter filhos no futuro. São eles:

Bancos de gametas: essa é a melhor alternativa quando há tempo suficiente para a coleta de material, o congelamento e o armazenamento de óvulos e sêmen. A coleta de óvulos pode demorar de duas a seis semanas, uma vez que é necessário estimular a ovulação por meio de hormônios. Já a coleta de sêmen é mais rápida e simples. Quando o paciente já tem um parceiro definido, realiza-se a fecundação e os embriões são congelados, aumentando as chances de sucesso de gestação no futuro.
Doação de gametas: quando a preservação de gametas ou embriões não tenha sido feita ou a gestação a partir do material congelado não tenha tido sucesso,utilizam-se óvulos e espermatozoides doados.
Útero de substituição: permite-se esse método no Brasil entre parentes de até quarto grau desde que não envolva transações comerciais. Dessa forma, utiliza-se nos casos em que o útero sofre danos durante o tratamento do câncer e a mulher não pode mais ter uma gestação a termo.
Situações especiais
Antes de tudo, vale lembrar, que existem algumas situações especiais que requerem a atenção, por terem restrições quanto aos métodos estabelecidos. É o caso de pacientes adultos que devem iniciar o tratamento imediatamente após o diagnóstico para aumentar a chance de sobrevivência. Além disso, existem os casos das crianças que não passaram pela puberdade.

Assim, neste caso a produção de gametas só se inicia na puberdade, sendo impossível a coleta de óvulos ou espermatozoides. Dessa maneira, as possibilidades são a proteção genital e pélvica através do uso de mantas de chumbo durante a radioterapia e o congelamento de tecido ovariano.

Tratamento imediato
Por fim, quando o tratamento do câncer precisa ser iniciado imediatamente, as medidas de preservação de fertilidade nas mulheres são semelhantes às das crianças. Utilizam-se também hormônios injetáveis que reduzem o fluxo sanguíneo para os ovários durante o tratamento quimioterápico.

Em suma, há ainda a possibilidade de congelamento e a preservação dos fragmentos do tecido ovariano para um futuro transplante.

Esta técnica experimental já obteve resultados bastante satisfatórios. Cerca de 40 nascimentos saudáveis no mundo. Atualmente, tem se tornado bastante promissora!

Oncofertilidade em homens e mulheres
De antemão, juntamente com os métodos citados acima, iremos especificar mais detalhadamente cada um, separando os mesmos entre homens e mulheres.

Mulheres
Além de clínicas de apoio emocional, existem várias opções disponíveis para a preservação de gametas, em pacientes oncológicos.

Dessa forma, as opções consistem em:

Criopreservação de óvulos: Como dito anteriormente, consiste no congelamento de óvulos. Para a realização, a mulher submete-se, através de medicamentos, à estimulação ovariana. Após, os folículos são aspirados por via vaginal. Por fim, com os óvulos coletados, eles são congelados a temperaturas de 196°C negativos.

Supressão medicamentosa: Técnica que consiste em paralisar o funcionamento dos ovários durante o período em que a mulher se submeterá ao tratamento oncológico, como a quimioterapia.

Preservação do tecido ovariano: Em suma, precisa ocorrer antes que o tratamento seja iniciado. Assim, fragmentos do tecido ovariano são coletados e preservados para maturação futura de folículos em laboratório.

Elevação dos ovários (CIRURGIA): Do mesmo modo que o anterior, realiza-se antes do início da radioterapia. Técnica busca retirar os ovários da direção dos raios da radioterapia, quando o tratamento pode atingir a pelve da paciente.

Homens
Em síntese, assim como as mulheres, o desejo de preservar a fertilidade passa também pelos homens. Dessa forma, é necessário que estes busquem a oncofertilidade antes de se submeterem a um tratamento de quimioterapia ou radioterapia.

Em suma, para pacientes masculinos, existem duas formas de preservação:

Proteção de testículos: Analogamente ao método com mulheres, a técnica consiste em evitar que os testículos fiquem expostos à radiação da radioterapia.

Criopreservação de espermatozoides: Sêmen do paciente será recolhido e poderá ser necessária a realização de mais de uma coleta. Portanto, na maioria das vezes, são feitas de duas a três coletas. Após, o material genético será avaliado e preparado para o congelamento. A temperatura costuma ser inferior a 196° C negativos.

Fase do câncer e diagnóstico precoce

Por fim, como sabemos, a infertilidade aumenta com idades avançadas. Em outras palavras, os riscos de infertilidade em pacientes com câncer são maiores, à medida que o diagnóstico é feito em pessoas mais velhas.

Mas porque isso acontece?
Isso acontece devido ao fato que as terapias oncológicas envelhecem o ovário em aproximadamente 10 anos. Dessa forma, mulheres com idade superior a 35 anos, tendem a ter mais dificuldade.

Assim, quanto mais precoce for o diagnóstico da doença, maior será a possibilidade de preservação da fertilidade. Ou seja, a estratégia depende muito do tipo e estágio do câncer!

Ginecologia

 A saúde é o bem mais precioso de nossa vida e cada vez mais a medicina dispõe de excelentes recursos para proporcionar uma vida mais longa, saudável e com qualidade. A ginecologia moderna é assim: exames de última geração e outros relativamente simples, antecipam informações úteis para prevenção e tratamento. Lida com a paciente de forma diferenciada, com humanidade e individualidade.

A ginecologia é a área da medicina que lida diretamente com a saúde da mulher e ao meu ver, a melhor maneira é exercer a medicina de forma integrativa: saúde física, mental e espiritual. Por isso, meus maiores e mais simples conselhos são: cuide de sua saúde global, da qualidade dos seus pensamentos, controle o peso, faça uma dieta saudável, pratique exercícios físicos, tenha um sono reparador. 

Também não se esqueça de controlar seu nível de estresse, dando um peso menor aos pequenos aborrecimentos do dia-a-dia. Reserve um tempo para você e dedique-se àquela atividade tão simples, mas que lhe dá tanto prazer. São estes momentos que valorizam a nossa vida, fazem-nos sentir bem-estar, prazer e irradiam positivamente em nossa saúde. A gente sempre ouviu dizer que com saúde, todo o restante se alcança e se conquista e é isso mesmo!

Obstetrícia

A Obstetrícia é a área da medicina que estuda a gestação da mulher. Investiga a gravidez, o parto e o puerpério nos seus aspectos fisiológicos e patológicos.

Ao perceber-se grávida, é importante procurar reconhecer seus novos limites. A gestante leva um tempo para entender e aceitar que sua condição cardiovascular, sua respiração, sua postura, suas necessidades nutricionais, seu caminhar, seu apetite sofrem momentâneas e progressivas modificações.

Comece por estabelecer regras em sua vida. Sabemos que, na correria do dia-a-dia, muitas vezes torna-se hábito pular refeições, desrespeitar horários, não valorizar cansaço ou alguma situação de estresse. A gestante deve estar atenta ao fato de que sua saúde física e mental afeta diretamente a saúde de seu filho. Portanto, crie uma disciplina que lhe permita assegurar que sua vida fique, o mais que possível, próxima do que se considera normal e equilibrado.

O conceito de normal e equilibrado, para a grávida, significa um conjunto de ações que garanta o suprimento, de forma adequada, de todas as necessidades básicas do ser humano. Há uma série de acometimentos que podem determinar que uma gestação de baixo risco passe a ser uma gestação de alto risco.

A duração de uma gestação saudável é de, em média, 40 semanas, com uma variação normal entre 37 (marco da gestação de termo) e 42 semanas.

Sinais do trabalho de parto
O principal sinal de que o trabalho de parto está começando é o aumento gradativo da frequência das contrações e o endurecimento da barriga. Quando o espaçamento entre elas se torna de, em média, 5 minutos, é hora de procurar o médico. Não é necessário cronometrar o tempo das contrações. Porém, ao notar que elas estão muito recorrentes e pouco espaçadas, procure o seu obstetra.

O rompimento da bolsa também é um sinal muito evidente, pois deságua um líquido claro, transparente e quase sem cheiro. Quando isso acontece, é importante acionar o médico também, mas lembre-se que há tempo para ir com calma, tomar um banho, mas tente chegar ao hospital em um intervalo de 3h a 3h30.

Escolha do tipo de parto
A equipe médica trabalha em uma abordagem de compreender que a paciente sabe o que é melhor para ela. No caso de escolha pelo parto normal, a Dra. Patrícia Varella realiza todo o aconselhamento necessário para que a paciente saiba a hora certa de procurar o médico.

Em caso de cesárea, a intervenção é agendada de acordo com os sinais que o bebê dá de que ele quer nascer. Ou seja, sempre o processo é realizado estando ao lado da família e nunca forçando nada.

Analgesia e Obstetrícia
Ao longo do trabalho de parto, as contrações vão se tornando mais frequentes, intensas e dolorosas. A analgesia é o processo realizado pelo anestesista, após uma avaliação muito cuidadosa, de suporte à paciente com medicamentos para a redução das dores, sem prejuízos para a mãe e a criança. A medida é realizada segundo o desejo da paciente, sendo baseada em uma prática médica cuidadosa e embasada cientificamente. O objetivo da analgesia é evitar o sofrimento da mãe e do bebê.

A Obstetrícia agrega todos os fenômenos envolvidos na gestação, parto e puerpério, com um trabalho de acolhimento e cuidado que prioriza a saúde da mulher, do bebê e da família. A Dra. Patrícia Varella é ginecologista e obstetra e trabalha com muito acolhimento e carinho com suas pacientes. Entre em contato e agende sua consulta!

Na nossa clínica você não ficará desamparada.

Você receberá todo o acompanhamento necessário em toda sua jornada como nova mamãe, em qualquer uma das fases abaixo:

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